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A EsPCEx

AS ESCOLAS DESTINADAS AO ENSINO PREPARATÓRIO NO EXÉRCITO

A necessidade de que se ministrasse um curso preparatório visando ao curso na Academia Militar das Agulhas (AMAN) foi percebida já na década de 1930. Com esse objetivo, o Colégio Militar de Porto Alegre foi transformado, em 1939, na Escola de Formação de Cadetes, denominação que mais tarde evoluiu para Escola Preparatória de Porto Alegre (EPPA). 

Em 17 de setembro de 1940, foi fundada a Escola Preparatória de Cadetes de São Paulo (EPSP), instalada, provisoriamente, no edifício destinado ao Hospital Sírio-Libanês, cedido para essa finalidade pelo Governo de São Paulo e, no ano de 1942, foi criada a Escola Preparatória de Fortaleza (EPF).

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Em 1944, teve início a construção do atual prédio da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), na área da centenária Fazenda Chapadão, em Campinas.

Desenho do projeto doado à Escola pelo Engenheiro-Arquiteto Hernani do Val Penteado

Em 1959, a EPSP foi transferida para Campinas, passando a se chamar Escola Preparatória de Campinas (EPC).

Em 1961, a EPPA e a EPF foram extintas e os alunos das Escolas de Fortaleza e Porto Alegre, transferidos para a EPC, na cidade de Campinas.

Em 1967, a EPC teve a denominação mudada para Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) e passou a centralizar o ensino preparatório, reunindo os Alunos de todo o Brasil que têm como destino a AMAN.

O CURSO

A Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) é a porta de entrada para a carreira de oficial das armas do Exército Brasileiro.

A rigorosa seleção é processada por meio de um concurso público anual e de abrangência nacional, entre moças e rapazes que tenham concluído a 3ª Série do Ensino Médio.

Em regime de internato, os Alunos têm na Escola seu primeiro contato com a vida na caserna, com uma rigorosa rotina de estudos, de atividades esportivas e de instrução militar. Durante um ano, os alunos passam por um processo de adaptação aos rigorosos padrões da hierarquia e da disciplina, à rotina da caserna e a continuados esforços físicos e psicológicos. Nesse período, eles têm sua iniciação nos princípios da Ética Militar, desenvolvem o espírito de corpo e os laços de camaradagem típicos da profissão.

A partir de 2012, o curso da EsPCEx passou a ser equivalente ao 1º Ano do Ensino Superior. À competente educação universitária, é acrescida a formação militar necessária ao futuro Cadete, sendo-lhe ministradas as disciplinas relacionadas à Instrução Militar, com ênfase no Treinamento Físico Militar (TFM).

A conclusão do curso garante ao aluno, além da opção de ingressar na AMAN, o Certificado de Reservista, pois o curso equivale também à prestação do serviço militar inicial.

Findo o curso na EsPCEx, os concluintes seguem, já como Cadetes, para a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende-RJ. Após mais quatro anos de dedicação integral, são ali declarados Aspirantes-a-Oficial do Exército Brasileiro e recebem o titulo de Bacharel em Ciências Militares.

Em 2017, pela primeira vez, a Escola recebeu mulheres em seu Corpo Discente.

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O ALUNO

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     A excelência na formação de futuros cadetes pela EsPCEx é a primeira e obrigatória etapa para a formação de oficiais e, consequentemente, para o engrandecimento do Exército Brasileiro. A Escola cria a base sólida para que a AMAN possa prosseguir em sua missão de formar o futuro oficial.
    O foco da formação do futuro cadete é a progressividade no desenvolvimento de atitudes (atributos afetivos), que servirão de alicerce para que as demais áreas dessa formação – área cognitiva, área psicomotora e a área afetiva – possam ser desenvolvidos. Dentre as diversas atitudes a serem objetos de observação e de desenvolvimento, constantes do Perfil Profissiográfico do Concludente do Curso de Formação de Oficiais da Linha de Ensino Bélico, são priorizadas aquelas imprescindíveis para o exercício das atividades do cadete naquela Academia: abnegação, adaptabilidade, camaradagem, cooperação, coragem moral e física, disciplina, empatia, equilíbrio emocional, flexibilidade, lealdade, persistência e rusticidade. As demais, também importantes, serão desenvolvidas naquela Academia, nos anos subsequentes.
    O aluno é tratado, desde seus primeiros contatos com a Escola, com o rigor fraternal dedicado a um irmão mais novo ou a um filho, a quem a atual geração de militares delegará, em breve, a responsabilidade pela preservação dos valores do Exército. A cordialidade – sem perder o rigor inerente à atividade militar –, a empatia, a fé na nobreza da missão de ser soldado e o exemplo são ressaltados no dia a dia do aluno.
   As manifestações de desapreço, de deseducação, de incoerência e de maus tratos são rigorosamente abolidas da formação do aluno da EsPCEx. O futuro comandante do combate moderno atuará nos mais variados ambientes operacionais e culturais. Portanto tem, nos exemplos da Escola, suas primeiras e mais arraigadas lembranças de respeito aos direitos humanos e à diversidade cultural.
    O aluno identifica-se, desde os primeiros dias na caserna, como o profissional do Estado que concentra, em suas mãos, o poder legal para o emprego das armas, cuja função específica é a defesa do próprio Estado pela administração da violência. Portanto, para se manter dentro dessa legalidade que faz uso coletivo da violência, deve eliminar qualquer vestígio de violência individual de sua personalidade.

O CÓDIGO DE HONRA DO ALUNO

     A ideia de se criar um Código de Honra nasceu entre os próprios alunos da antiga EPSP, no ano de 1954. Em 1967 este Código foi modificado por iniciativa do próprio Comando da Escola e, na nova versão, estabelecia uma série de compromissos a serem seguidos por todos os alunos da EsPCEx.

     O aluno da Escola Preparatória de Cadetes do Exército deveria, desde o início de sua formação, desenvolver um comportamento exemplar, digno de destaque, como cidadão e soldado. Deveria guiar-se segundo normas e tradições das Escolas Militares do Exército Brasileiro.

     No dia 22 de agosto de 1968, o então Comandante da Escola, Cel José Albuquerque, transcreveu a Ata de Abertura e a nova versão do Código de Honra do Aluno da EsPCEx para o livro onde cada aluno iria registrar a sua assinatura, comprometendo-se a se conduzir segundo as normas estabelecidas pelo compromisso:

"O Aluno da Escola Preparatória de Cadetes do Exército

- Tem orgulho de sua situação militar e considera com suprema honra a carreira das armas.

- Conscientemente adota, defende e impõe a si próprio preceitos da mística militar, porque é física e moralmente sadio.

- Deposita no seu chefe uma confiança inabalável porque vê nele um amigo a quem obedece com entusiasmo, mesmo com o sacrifício de seus próprios interesses.

- Faz do cumprimento do dever uma verdadeira profissão de fé em suas atividades cotidianas, antepondo o dever à invocação de quaisquer direitos.

- Manifesta para com todos os seus companheiros uma camaradagem sólida e viril, ajudando sempre os que precisam dele e recusa, intransigentemente, colaborar em quaisquer ações contrárias à honra, ordem e às instituições.

- É irrepreensivelmente honesto em todos os atos da sua vida, não faltando jamais a verdade nem obtendo por meios condenáveis aquilo a que não tem direito ou que não pode conseguir a custa do seu próprio esforço.

- Honra a farda que veste, é intangível e se impõe a consideração daqueles que o cercam pela dignidade do seu porte.

- É moralmente adulto e encara os deveres e responsabilidades com naturalidade e dedicação.

- Mantém com firmeza as suas convicções e cultiva os sentimentos de cavalheirismo e urbanidade no trato social.

- Enaltece a Escola, colocando-se ao nível de suas tradições educativas e mantendo constante fidelidade ao espírito da disciplina militar.

- Ama devotamente a Pátria e forja os seus ideais no culto dos grandes valores do passado.

- Procura guiar-se em todas as circunstâncias pelas normas da virtude, sabendo que não poderá ser um bom soldado se não for perfeito como cidadão."

    Este Código de Honra vigorou até 1973, quando deixou de ser aplicado, pois os compromissos estabelecidos passaram a integrar o currículo de estudo e desenvolvimento da Instrução Militar, tomando-se por referência a Estatuto dos Militares.

O UNIFORME

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A criação da Escola Preparatória de São Paulo (EPSP), em 17 setembro de 1940, marcou o início de um projeto de ensino e, com ele, nasceram as tradições do aluno da Escola Preparatória. O uniforme do aluno, dentre outros inúmeros símbolos, assume um papel de elevada significação, mantendo viva a história do ensino preparatório. Vestir essa farda é assumir perante ao Exército Brasileiro o compromisso sagrado de honrar as tradições de formação do aluno da EsPCEx.

O Significado do Uniforme

Nas singelas composições de símbolos, brasões, túnicas e barretinas, estão presentes os muitos momentos de desafios e vitórias das gerações passadas, dos primeiros anos de dedicação dos pioneiros em prol da formação e preparação dos alunos, da trabalhosa transferência para Campinas e, sobretudo, da esmerada formação militar e acadêmica proporcionadas por professores e instrutores para tornar possível o sonho de ser Cadete de Caxias. O Aluno, ao conquistar a honra e o privilégio de vestir o uniforme da EsPCEx, sabe que nele repousam as mais caras virtudes militares e atributos que, para sempre, deverão estar presentes em todas as suas atitudes. Mais do que envolver seu corpo com esse uniforme sagrado, envolve sua alma com esse verdadeiro manto, para que ele possa inspirá-lo na busca do nobre ideal de ser oficial do Exército de Caxias

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O BRASÃO DA ESCOLA

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Confeccionado em metal amarelo, reproduzindo um castelo no interior de uma elipse, com o eixo maior na vertical e na base uma estrela singela, estando todo o conjunto apoiado em seis folhas de carvalho, unidas por um laço de fita.

Significado

O castelo dourado representa a construção sólida do conhecimento e do caráter, que devem estar presentes no coração e na mente de cada aluno. A estrela de prata representa a maior aspiração do aluno: ser oficial do Exército Brasileiro. O feixe formado por seis folhas de carvalho, sobre o qual repousam a estrela e o castelo dourado, representam as virtudes e os atributos de caráter, sem os quais é nulo todo o ideal e sem valor todo o conhecimento.

O ESTANDARTE DA ESCOLA

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A Escola Preparatória de Cadetes de Porto Alegre (EPPA) foi o primeiro estabelecimento de ensino preparatório a ser criado no ano de 1939. Ela foi também pioneira na adoção de um Estandarte-Distintivo.

O Decreto n. 5.108, de 12 de janeiro de 1940, criou o Estandarte da EPPA. Quando a Escola Preparatória de São Paulo (1940) e a Escola Preparatória de Fortaleza (1942) foram criadas, adotaram, como referência, o modelo daquele primeiro Estandarte-Distintivo. A partir do Decreto n. 44.220, de 31 de julho de 1958, ficava criado um Estandarte-Distintivo único, diferenciando-os pelo laço militar e pelo distintivo de cada escola.

Significado da Composição

As cores azul-celeste e vermelho, cores heráldicas do Exército Brasileiro, nos remetem à nossa missão de maior grandeza: defender a Pátria e nosso solo sagrado. O vermelho é a cor da vitória, da fortaleza e do valor. O azul-celeste simboliza a lealdade, a justiça, a nobreza e a serenidade, valores que devem integrar a personalidade de todos os militares, sobretudo dos futuros chefes e comandantes. O castelo dourado, símbolo do ensino e da educação, representa a construção sólida do conhecimento e do caráter, que devem estar presentes no coração e na mente de cada militar.

Tradição

Cabe ao aluno de maior destaque intelectual no ensino a honra de conduzir o Estandarte-Distintivo da Escola em todas as solenidades em que a Guarda-Bandeira estiver incorporada. Essa tradição remonta aos primeiros anos de criação da Escola Preparatória de Cadetes do Exército.

A CANÇÃO DA ESCOLA

(Letra: Aluno Sylvio Santos M. Raimundo)
(Música: 1º Sargento Mario Nogueira)

No azul do firmamento,
Cintilante apareceu
A estrela abençoada
Da Escola que venceu.
EPC és gloriosa,
Tua marcha é triunfal,
Os alunos vão chegando
Com seu garbo marcial.
Certos de que venceremos
Luta mesmo desigual.
Ombro a ombro marcharemos
Para conquistar nosso ideal.
Teu destino está traçado,
EPC nasceste pra vencer.
Com seu garbo juvenil,
Oh aluno sempre avante,
Para maior glória do Brasil.
Hurra!

O SALÃO CARLOS GOMES

Campinas tem entre seus filhos mais ilustres o maestro ANTONIO CARLOS GOMES que, desde 15 de novembro de 1973, empresta seu nome ao mais emblemático espaço da Escola.

O estilo colonial do salão é uma tradução fiel das linhas idealizadas pelo arquiteto HERNANI DO VAL PENTEADO e sua riqueza de detalhes faz dele o espaço de maior beleza estética da Escola.

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O salão CARLOS GOMES guarda, em seu interior, um inestimável acervo da cidade de Campinas: o conjunto de lustres de cristal da boêmia que, antes, ornava o antigo teatro municipal CARLOS GOMES, demolido em 1966. Este tesouro, de valor inestimável, foi instalado aqui no ano de 1973. Em 19 de agosto de 1996, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (CONDEPACC) resolveu tombar o conjunto de lustres, passando-o à guarda perpétua da EsPCEx.

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Fachada do Teatro Municipal Carlos Gomes inaugurado em 10 Set 1930

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Demolição em outubro de 1965

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No canto superior esquerdo da imagem, detalhe do lustre ainda instalado no Teatro Municipal

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Clique para acessar o documento com as informações sobre o tombamento dos lustres

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Detalhe da montagem do lustre no Salão Nobre da Escola em 1973

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Detalhe do mecanismo de elevação do lustre instalado sobre a laje do Salão

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Em 17 de setembro de 1988, ao completar 38 anos de fundação, a Escola foi agraciada, pelo "Clube dos 21 Amigos", com um busto do insigne campineiro maestro ANTONIO CARLOS GOMES, de autoria do artista plástico FAUSTO MAZZOLA, que se encontra neste salão, em lugar de destaque e em permanente exposição.

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Clique na imagem acima para assistir o vídeo

A entrada do Salão Carlos Gomes também guarda preservadas, partes do piso original da Escola em três formatos (paginações) diferentes.

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O SALÃO OSÓRIO

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A TORRE DUQUE DE CAXIAS

     No início da década de 1940, coube ao engenheiro e arquiteto Hernani do Val Penteado coordenar a construção da nova sede da Escola Preparatória. Das pranchetas de Val Penteado surgiu um magnífico projeto arquitetônico de rara beleza, em estilo colonial espanhol que, em seus belíssimos traços, lembrava os lendários castelos do velho mundo. O prédio revelou-se como uma verdadeira fortaleza, com paredes largas, corredores amplos, apresentando em destaque uma torre de 40 metros de altura com uma guarita de vigilância. No centro da construção, um enorme pátio.

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O Significado da Torre

     Como um símbolo a inspirar a juventude militar em formação, essa edificação arquitetônica recebeu o nome de Torre Duque de Caxias, em referência ao Patrono do Exército Brasileiro, Marechal Luís Alves de Lima e Silva, cuja vocação maior foi sempre servir ao Exército e à Pátria. Para os alunos e soldados, esse verdadeiro monumento, que homenageia e relembra o nosso maior Estadista, Soldado, Guerreiro e Pacificador, constitui-se em exemplo e eterna luz-guia a levá-los ao compromisso sagrado de dedicação integral ao serviço do Exército e da Pátria brasileira

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A CAPELA MILITAR SANTO TOMÁS DE AQUINO

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   A Capela Santo Tomás de Aquino, em estilo colonial espanhol, foi inaugurada no dia 20 de janeiro de 1972. Essa magnífica obra tem caráter ecumênico e foi edificada para desenvolver a espiritualidade e a união das pessoas, aproximando os alunos, a família militar os moradores dos bairros vizinhos e as comunidades de jovens na celebração da vida e da fé cristã.

   O projeto de arquitetura básico da Capela (1969) é de autoria de Hernani do Val Penteado e, à época, apresentava duas soluções: um projeto com uma torre (o escolhido) e outro sem esse complemento arquitetônico.

   Os detalhes de acabamento interno foram de autoria do arquiteto Ten Cel Dirceu Bonecker de Souza Lobo. Já a construção e os detalhes externos foram de responsabilidade do engenheiro Ten Cel Élis Luiz Tavone Serafim.

   As linhas de construção harmonizam-se com as do modelo do Conjunto Principal da EsPCEx. A semelhança não está só no aspecto externo da construção, mas em cada detalhe do acabamento interior da Capela. O teto, em madeira de lei (caviúna), é muito parecido com o do Salão Carlos Gomes, realçado, também, pela iluminação proporcionada por parte do conjunto de lustres de cristal da Boêmia do antigo Teatro Municipal de Campinas. Os vitrais de Tom Güere e as esculturas criadas por destacados artistas plásticos compõem um ambiente sóbrio e harmonioso, semelhante ao das antigas igrejas coloniais.

   No discurso de inauguração da Capela, o Cel Milton Paulo Teixeira Rosa, então Comandante da EsPCEx, agradeceu a todos os que contribuíram para a construção da capela e destacou os seguintes colaboradores: Prefeituras Municipais de Itu e Sumaré; Ten Cel Dirceu Bonecker de Souza Lobo e Ten Cel Élis Luiz Tavone Serafim, Projetistas; Wanda F. Rosa, Artista Plástica; Ediwigis Costa, Carpinteiro; Tom Güer, Vitralista; Pedro Negri e José Negri, Pedreiros; Feilipo Corimato e Luiz Morrone, Escultores; Renato Righeto, Urbanista; CeI José Albuquerque, ex-comandante da Escola e idealizador da construção; Cap Capelão Militar Cônego Haroldo Niero; Ten Cel Villas Boas; Dr Gustavo Orsolini, Dr Waldir Antonio de Jesus e Dr Altino Ferreira Pena, da Comissão de Recursos

(Fonte: Jornal Correio Popular, de 21 de janeiro 1972).

   Desde 1959, quando a Escola foi transferida de São Paulo para Campinas, prestaram serviço de assistência religiosa à Família EsPCEx os seguintes padres:

- Roberto Pignarello de Almeida, de 1959 a 1963 (foi também Bispo Resignatário de Jundiaí-SP);

- Amauri Castanho, de 1963 a 1965 (Ex-Bispo de Jundiaí);

- Coronel Capelão Haroldo Niero, o primeiro Capelão Militar nomeado, de 1963 a 1973, período em que a Capela foi construída;

- Coronel Capelão Euclides José da Silva, de 1973 a 1986;

- Coronel Capelão Joaquim Benedito da Silva, de 1986 a 1993;

- Coronel Capelão Vanderlei Valentim da Silva, de 1993 a 2005;

- Capitão Capelão João Batista Alves de Almeida Júnior, de 2006 a 2009;

- Capitão Capelão Walmor Pastre, de 2010 a 2013;

- Capitão Capelão Daniel Francisco da Silva, de 2014 a 2016; e

- 1° Tenente Capelão Anderson José do Nascimento, desde 2017.

(Fontes: Arquidiocese de Campinas: Subsídios para a sua História, Editora Komedi, Campinas-SP, 2004 e registro histórico da Capela Santo Tomás de Aquino)

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O BOSQUE DA TRADIÇÃO

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- O início da “tradição” -

 

  Em 17 de julho 1967, o então Comandante da EsPCEx, Coronel José ALBUQUERQUE, convidou o Maj R1 Pedro BERALDO, Ex-Combatente da FEB, para trabalhar como encarregado do ajardinamento da Escola.

   Segundo relatos, o Maj Beraldo, entusiasta desde criança do plantio de sementes e pioneiro nas ações de preservação ambiental na Escola, sugeriu ao Cel Albuquerque que fossem plantados bosques nas grandes áreas descampadas da Escola. O Comandante aprovou a ideia.

   No diário pessoal do Maj Beraldo consta seu deslocamento, em 15 de setembro de 1967, para a área de Tupy Paulista, de onde trouxe 26 mudas de pau-brasil, para serem plantadas na EsPCEx, em comemoração aos 26 anos de existência da Escola.

   Em 26 de setembro de 1967, o Gen Ex Syzeno Sarmento, então Comandante do II Exército, realizou o plantio de uma árvore de pau-brasil, sendo esta a 27ª muda plantada no bosque.

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   Na folha 186 do Livro dos Registros Históricos da OM consta que, em 1968, a Turma General Moreira Couto, em seu 1º ano na Escola Preparatória de Cadetes, realizou, pela primeira vez, o plantio de uma muda de pau-brasil no Bosque da Tradição, no contexto das comemorações dos 28 anos da EsPCEx. Segue a transcrição "ipsis litteris" da inscrição constante da imagem abaixo:

 

   “ Neste bosque simples, plantamos hoje uma essência de Páu Brasil, simbolizando mais um ano de vida de nossa Escola. Estamos plantando uma tradição. São 28 anos aqui materializados com a árvore que o símbolo da nossa terra e lhe traz o nome. Em nossas horas de lazer, vinde trazer vosso entusiasmo de jovens para regar êste bosque, dêle emanará a vibração patriótica que retemperará os desiludidos. Quando precisardes de alento, vinde até êste recanto e sentireis as forças reconfortadoras, tomar conta de vós. Aqui tristezas se transformarão em alegrias serão propagadas até vossos lares, em todos os rincões da terra Brasileira, levando a mensagem de nossa fé. ”

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- Hoje -

 

   Um dos elementos de maior destaque na área que envolve a nossa querida Escola, com certeza, é a exuberância de sua imensa área verde, cuja preservação é motivo de orgulho para os seus integrantes.

 

   Desde a transferência para Campinas, foram implantados diversos bosques formados por espécies raras da Mata Atlântica, refúgio seguro para a fauna e a flora, em meio à imensidão de concreto que envolve a centenária Fazenda Chapadão.

 

   Neste cenário, destaca-se o Bosque da Tradição, que, a cada ano, no dia 17 de setembro, recebe mais uma muda de pau-brasil, plantada pelo aluno mais jovem da Turma e pela Praça Mais Distinta da incorporação daquele ano, acompanhados pelo Comandante da Escola. Esse gesto, além de celebrar o aniversário desta magnífica Instituição de Ensino Superior Militar, exalta a natureza e evidencia o despertar de novas vocações que engrandecem o Exército Brasileiro e a nossa Pátria. Como forma de eternizar essa relação, a muda carrega o nome da turma de alunos que ingressou na Escola no ano em que ela foi plantada.

 

- Fortalecendo a “tradição” -

 

   Aquela pequena muda, se bem adubada, cuidada e regada, crescerá, florescerá e dará novas sementes, repetindo o ciclo virtuoso da natureza. Assim também é o ciclo de renovação de nossa Escola. Todos os anos, como o Bosque da Tradição, ela recebe jovens oriundos de todos os rincões de nosso imenso Brasil, que, depois de absorverem a seiva do conhecimento e do profissionalismo, ingressarão na Academia Militar das Agulhas, onde prosseguirão a sua formação militar. Uma vez concluídos os estudos e declarados Aspirantes a Oficial, seguirão para as mais diversas Organizações Militares, onde se transformarão em sólidos troncos de madeira de lei, espalhando as sementes do conhecimento e da vocação militar pelos campos, veredas, serras, matas e florestas dessa imensa Pátria, fortalecendo e amalgamando cada vez mais os princípios e valores de nosso Exército.

 

- A continuidade da “tradição” -

 

   Espelhando a característica de continuidade da nossa formação militar, as mudas plantadas mais recentemente são oriundas de sementes das árvores que foram plantadas neste mesmo bosque há mais de 50 anos. Não por acaso, esse ciclo natural corre em paralelo com o processo de seleção e formação tradicionalmente levado a cabo nesta nossa Escola onde tudo começa.

Texto do Coronel R1 Capellano com adaptações do General de Exército R1 Schons

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O BOSQUE DA CAPELA

O Bosque da Capela é uma das áreas mais emblemáticas da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), tendo passado por diversas transformações até chegar à composição atual. 

Localizado em frente à Escola, entre o portão das armas e a Capela Santo Tomás de Aquino, o bosque conta com uma área de aproximadamente quatro mil metros quadrados. A seu valor paisagístico soma-se o valor afetivo relacionado às memórias das gerações de alunos que à sua sombra se recompuseram de exercícios e de manobras militares, estudaram, leram e escreveram cartas para namoradas e familiares distantes. O bosque hoje está perfeitamente integrado ao conjunto arquitetônico da Escola e conta com vegetação bastante diversificada. Nem sempre foi assim.

Quando a Escola foi construída, nessa área não havia qualquer arborização. Já na década de 1960, o Major Beraldo iniciou ali o plantio das primeiras mudas, principalmente da espécie exótica pinus elliottii. Na segunda metade da década de oitenta, os pinus foram retirados e a área voltou, em sua maior parte, à situação de descampado. 

No ano de 2002 o Bosque da Capela foi projetado pela paisagista Solange Frealdo. Composto de 30 (trinta) espécies ornamentais nativas de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, foi inaugurado em 8 de março de 2003, em reunião da Turma Santos Dumont, que celebrava trinta anos de seu ingresso na EsPCEx. 

O projeto previa um passeio e uma pequena praça central, com bancos. No canteiro central, uma pequena elevação de terra receberia 03 (três) boucarnias adultas rodeadas de yatrofas e, como forração, dolomitas brancas. Para a distribuição das árvores no terreno foram tomados em consideração o formato e o tamanho das copas das árvores. O projeto previa que a floração, de diversas cores, se distribuísse ao longo de todo o ano. Na área lateral direita da Capela São Tomás de Aquino, foi projetada uma fonte cercada de azaleias topiadas e buxinhos, no estilo europeu. Para emoldurar a placa descerrada pela Turma de Alunos de 1973, foi plantado um maciço de lírios amarelos.

Passados mais de vinte anos da implantação do Bosque da Capela, chama a atenção a beleza e o porte de algumas árvores. 

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A PRAÇA CIDADE DE CAMPINAS

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A PÉRGULA TIRADENTES

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A OLIMESCO

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A NAE

     A NAE é um evento esportivo realizado entre os alunos das escolas militares das Forças Armadas, representadas pelo Colégio Naval (CN), com sede em Angra dos Reis (RJ), Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), sediada em Campinas (SP), e Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), que fica localizada no município de Barbacena (MG).    

     A competição tem como lema “Amizade através do desporto”, e tem por objetivo estimular a sã camaradagem entre os integrantes das Forças Singulares desde o início de sua vida militar, despertar nos alunos o gosto pela prática dos desportos e desenvolver o espírito de corpo, a camaradagem e permitir que os atributos afetivos compartilhados nas atividades desportivas e militares, sejam exercidos.

     A primeira competição ocorreu por ocasião das comemorações do Jubileu de Prata da EPC, no dia 17 de setembro de 1965 e o Colégio Naval de Angra dos Reis sagrou-se campeão.

    

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     Atualmente, os jogos constam no calendário das escolas como a principal competição esportiva do ano e é disputada em onze modalidades. No total, mais de 400 atletas das três escolas disputam os jogos nas modalidades de atletismo, basquetebol, esgrima, futebol, judô, natação, orientação, tiro, triatlo militar, voleibol e xadrez.

     A coordenação geral da NAE é de responsabilidade da Comissão Desportiva Militar do Brasil (CDMB), órgão que representa o Brasil junto ao Conselho Internacional de Desporto Militar (CISM). A cada ano uma das três escolas participantes é anfitriã.

A PRAÇA TIRO-DE-GUERRA

O Tiro de Guerra 176 foi uma unidade formadora de reservistas. Localizada em Campinas, ela é considerada a predecessora das atuais Organizações Militares existentes na nossa cidade. Sua sede funcionou na Rua Antônio Cezarino e no Palácio dos Azulejos, na região central. Já o Estande de Tiro funcionava na região do Jardim do Trevo.

Com a extinção do Tiro de Guerra nº 176, que funcionara de 1910 a 1945, foi criada uma Associação de Ex-Atiradores do Tiro de Guerra de Campinas, com a finalidade de manter a memória da Tradicional entidade de formação de reservistas em nossa cidade. Anualmente, na Semana do Soldado, a Loja Casa Hernani cedia sua vitrine à Associação dos Ex-Atiradores para a montagem de uma exposição sobre equipamentos e fardamentos do Tiro de Guerra 176.

A Associação dos Ex-Atiradores também mantinha catalogados esses equipamentos para a hipótese de que, um dia, fosse montado um museu contando a História do Tiro de Guerra de Campinas. Após uma bem-sucedida campanha da Associação dos Ex-Atiradores, liderada pelo Sargento Jair Pires de Camargo (Sargento Auxiliar do Tiro de Guerra de 1940 a 1945), a Lei 2845, de 20 de maio de 1963, determinava que a “Praça 3” no Bairro Jardim Chapadão, na confluência da Rua Bento da Silva Leite e avenidas Luiz Smânio, Papa Pio XII e Andrade Neves, fosse denominada “Praça Tiro de Guerra 176”.

Em 21 de abril de 1970, ocorreu a inauguração com a participação de autoridades civis e militares, de um grande número de reservistas, de uma Companhia de Alunos e da Banda de Música da Escola Preparatória de Cadetes do Exército. A programação da solenidade foi a seguinte:

“- Hino Nacional executado pela Banda da Escola Preparatória de Cadetes do Exército;

- Oração do jornalista João Lanaro, autor do projeto de lei que instituiu o nome Tiro de Guerra 176 à praça;

- Execução, pela Banda da Escola de Cadetes, do Hino do Tiro de Guerra 176 (letra de Benedito Otavio e música do Maestro Salvador Bovi;

- Oração do Sr. Helio Martini, representando os ex-atiradores e ex-dirigentes;

- Inauguração da Praça, com o descerramento de placa pela autoridade de maior patente presente, com revoada de pombos organizada pelo ex-atirador Geraldo Evaristo Baptista, conhecido columbófilo da cidade;

- Sobrevoo de aviões do Aeroclube de Campinas, com chuva de pétalas ofertadas pela Floricultura Campineira, do Ex-Atirador Nuto Tilli;

- Toque de silêncio pelo corneteiro-mor da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, como homenagem aos atiradores e dirigentes falecidos;

- Encerramento com o Hino Nacional cantado pelos presentes.”

 

Em 1977, a Praça Tiro de Guerra 176 sofreu melhorias e foi reinaugurada, em 31 de outubro, pelo Prefeito Lauro Péricles Gonçalves. O Acervo do Tiro de Guerra 176 foi doado pelo último presidente da Associação de Ex-Atiradores, Desembargador José Augusto Marin, para o Museu do Forte Anhanguera. Esse museu, aberto à visitação, localiza-se no centenário casarão onde está sediado o Comando da 11ª Brigada de Infantaria Mecanizada, na Fazenda Chapadão, em Campinas.

Neste ano de 2023, a reforma da Praça Tiro de Guerra 176, promovida pela Prefeitura Municipal de Campinas e Supermercado Pague Menos, mantém preservados a placa original e os mastros das bandeiras. Juntamente com a Exposição Permanente do acervo do Tiro de Guerra na Sala sobre a História do Exército em Campinas, no Museu do Forte Anhanguera, essa obra contribui para manter viva a memória do Tiro de Guerra nº 176, que funcionou de 29 de julho de 1910 a 31 de outubro de 1945. Durante esse período, o Tiro de Guerra nº 176 formou reservistas em Campinas e região, com efetiva participação em diversos eventos históricos ocorridos no período, tais como o reforço ao policiamento durante a greve geral de 1917; os preparativos para uma possível participação do Brasil na 1ª Guerra Mundial; a retomada de Campinas durante a Revolução de 1924; a Revolução Constitucionalista de 1932, quando formou, desde o início do conflito, o 3º Batalhão do 5º Regimento de Infantaria, que atuou na região do Tunnel da Mantiqueira; e a formação de grande parte dos reservistas de Campinas convocados para a 2ª Guerra Mundial e que integraram o 6º Regimento de Infantaria da FEB.

 

Cap Flávio Costa

 Pesquisador e Curador do Museu do Forte

Anhanguera nos anos 2019 e 2020

O MEMORIAL DA EsPCEx

O Espaço Cultural da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) possui documentos, pinturas, fotografias e vários outros itens de igual relevância.

O material é proveniente de doações de antigos Alunos, de veteranos e de colaboradores que, na certeza de dar um local digno às antigas lembranças materializadas de familiares e de amigos, chegaram ao acervo à medida da passagem do tempo.

O Cel Jorge Luiz Pavan Cappellano, antigo assessor cultural da Escola, teve a iniciativa de reunir bens que estavam dispersos em diversas dependências, e visualizou naqueles objetos uma forma de contar a história do Exército, da EsPCEx e do próprio Aluno.

Muitos dos itens, em obsolescência e doados, são reminiscências do passado das Escolas Preparatórias e falam da construção deste belíssimo conjunto arquitetônico, retratavam antigas gerações que passaram por estes corredores em busca de seus sonhos juvenis e simbolizam valores desta tão marcante cultura organizacional, que é a do Exército Brasileiro.

Nessa singela arrumação, houve a inspiração para a formação dos três ambientes do Espaço Cultural atual: “O Exército”, “A Escola” e “O Aluno”.

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HOTEL DE TRÂNSITO "BRASILINHA"

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As instalações do atual HTO remontam à época da construção da EsPCEx quando, em 1944, vários galpões foram edificados para servir de alojamento dos trabalhadores da construção e guardar ferramentas e materiais da obra.

Em 1959, quando a Escola Preparatória de São Paulo (EPSP) foi transferida para Campinas, um desses depósitos foi adaptado para servir de alojamento para subtenentes e sargentos.

No período em que funcionou como alojamento, quando a EPC estava em construção, no início da década de 1960, seus ocupantes, subtenentes e sargentos, comparavam essas instalações com as das obras de apoio à construção de Brasília, no Planalto Central, e, por isso, passaram a chamá-la, por analogia, de “Brasilinha”, codinome que passou a identificar o HTO da EsPCEx.

No comando do Coronel George Americano, primeiro Comandante nomeado para a EPC, no ano de 1961, esse alojamento foi reformado e teve suas instalações modificadas para funcionar como hospedagem.

Em 1991, o prédio foi submetido a uma transformadora reforma, passando, assim, a ser um hotel destinado a abrigar a família militar em trânsito, hoje parte integrante da estrutura dos meios de hospedagem do Exército.

No final de 2025, após passar por um período de mais de ano em reforma, o HTO foi modernizado e reinaugurado. Atualmente conta com hall de entrada, cinco apartamentos, uma suíte, um refeitório, uma cozinha, área administrativa e estacionamento.

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